sábado, 15 de janeiro de 2011

Um balanço de 2010


Gentem, de vez em sempre é bom parar e olhar o que passou.... Fazer um levantamento dos bons e maus momentos e eu me encontro cada vez mais instrospectiva, tipo, olhando pelo gargalo da garrafa pra ver o que está no fundo.
Não gentem, eu não estou bebendo não.... Não é papo de boteco.É papo ultramegapsicodélico. 
2010 foi como se eu tivesse aberto a minha caixa de Pandora. Descobri nuances e matizes em mim que nem sabia que existiam mas sentia que me faziam falta de algum modo.
Veio o azul celeste, foi-se um branco em excesso...
Um momento lagosta, quando ela cresce demais e tem que abandonar a velha casca para continuar crescendo.Ah,  não tô falando da minha calça jeans que já deixou de servir faz tempo. Falo da alma mesmo.
Este foi um ano de descobertas. Me descobri artista. Pra quem não sabia fazer um O com copo, foi um grande avanço pegar em um pincel e fazer caixas customizadas.....
O vermelho deixou de ser ira para expandir em amor.
Me redescobri mãe mais apaixonada ainda pela cria rebelde.
A serenidade chegou sem abafar a vontade e o desejo de viver.
A ansiedade foi trocada pela paz interior e as baladas por meditações, que me mostraram o poder do despertar da Kundalini.
O whisky e a cerveja, bem, o que era de vez em sempre transformou-se em Lambrusco em dias especiais.
Há quem diga que eu pirei e eu rebato: Nunca estive tão lúcida. Verdadeiramente uma ovelha branca!

Namastê, ovelha mestra, que me guiou por estes caminhos ora dantes não navegados!!!!!!!!!

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